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Tocicologia de Urgencia
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A importância do risco toxico profissional e ambiental està ligada ao numero elevado - mais de 70.000, atualmente, - e sempre crescente de substâncias quimicas utilizadas nos multiplos e diferentes setores de atividade. Este constante aumento explica-se pelo progresso da industria às novas necessidades tecnologicas dos mais numeroso usarios.

O risco toxico nao diz respeito somente às unidades de produçao da grande industria ou a certas praticas profissionais que aparecem de improviso como paticularmente perigosas. Existe, igualmente, nas pequenas empresas : ocorre com muita frequência que seus empregados desconhecem a nocividade das substâncias que eles manipulam ou que nao respeitam as mais elementares regras de prevençao, ou ainda, nao disoem dos meios de proteçao que sua atividade exigiria.

Podem-se classificar as intoxicaçoes segundo diferentes criterios. Considerando-se a duruçao da exposiçao ao toxico, podem-se distinguir as intoxicaçoes :
- agudas. Carcterizam-se pela curta duraçao à exposiçao, a absorçao rapida do toxico e, regra gera, a apariçao rapida dos sinais clinicos de intoxicaçae
- Cronicas. Nesse caso, as manifestaçoes de intoxicaçao so se desenvolvem apos exposiçoes repetidas durante um periodo de tempo importante.

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Como este livro trata da toxicologia de urgencia dos produtos quimicos industriais, convém formular varias notas respeito.
Com exceçao das causas catastroficas, tais como, explosao ou incêndio, esse tipo de intoxicaçao està geralmente relacionado com um acidente técnico (por exemplo : inalaçao de gas conseqüente a um vazamento provocado pela quebra de materiais, pela ruptura de uma junta ou de uma adutora usada…)
Pode, igualmente :
- Resultar da ausência ou insuficiência das instruçoes e dos dispositivos de higiene e de segurança. Isso pode abranger as proteçoes coletivas (aspiraçao-ventilaçao) ou individuais (ausência de oculos de segurança, de roupas protetoras impermeaveis ou de luvas adaptadas, utilizaçao de cartuchos de mascara vencidos ou inadequados :

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- Sobrevir na seqüência da uma manobra errada. Essa sera favorecida pelas condiçoes de trabalho nao habituais (por exemplo, em caso de reparaçao ou de intensificaçao da produçao) e dai, causa de pertubaçao para os reflexos de segurança que poe em jogo a execuçao de uma tarefa habitual e perfeitamente conhecida.

Uma outra particularidade da intoxicaçao aguda, no ambiente de trabalho, diz respeito ao carater coletivo e, portanto, à gravidade que pode conter. Face a essa eventualidade, considera-se ainda maior a importância do papel dos primeiros interventores, bem como a necessidade de uma organizaçao previa dos socorros de urgência.
Para concluir esta introduiçao, lembraremos rapidamente as grandes divisoes de nossa obra . Começa por um indice que reagrupa os nomes de mais de 900 produtos quimicos, suscetiveis de provocar uma intoxicaçao aguda no ambiente de trabalho. O capitulo seguinte abrange as vias de entrada dos toxicos no organismo : sao mencionadas na tabela no 1 para todas as substâncias que figuram no indice e que nao sao de nota.

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Apos o exame dos fatores de toxicidade e do mecanismo de açao dos toxicos, vem a descriçao dos sinais clinicas daa intoxicaçao, acompanhada de três tabelas que mencionam os principais sinais clinicos respiratorios, cutaneomucosos, oculares e gastricos para todos os produtos estudados. Uma quarta tabela permite recapitular os sistemas, tecidos ou funçoes mais particularmente lesadas em cada intocicaçao.
A quinta parte é dedicada ao tratamento de urgência das intoxicaçoes agudas e comporta, igualmente, as tabelas.

Vêm, em seguida, dois capitulos que visam à prevençao dos acidentes toxicos agudos no ambiente de trabalho e ao papel do médico do trabalho em caso de acidente toxico importante.

Finalmente, aborda-se o preocupante problema da toxicologia ambiental. Com efeito, o uso intempestivo de substâncias poluentes, sua concentraçao atmosférica, com taxas que ultrapassam as impostas como limite à industria, seu transporte sem contrôle podem provocar incidentes ou acidentes graves (o meio ambiente torna-se doente). O mesmo vale para poluiçao das aguas e dos solos.

Prefàcio

Esta obra que abrange a toxicologia dos produtos quimicos industriais nao se dirige somente aos industriais, aos serviços de segurança e aos médicos do trabalho. Em 1989, o meio-ambiente jà é parte integrante nos problemas toxicologicos e tornar-se-à, sem duvida, parte dominante se se considerarem alguns problemas atuais : as chuvas àcidas, o aquecimento do ar devido ao efeito-estufa, produzido pelo aumento da taxa de dioxido de carbono na atmosfera e a necessidade de fiscalizar, permanentemente, o ar e a àgua, bem como a de multiplicar as advertências referentes ao perigo que hà em viver perto de algumas instalaçoes industriais (Seveso, Bhopal, Bali…).

Hoje hà um interesse em se conhecer bem as intoxicaçoes agudas (as mais repertoriadas), nas quais os fatores climàticos, técnicos e temporais desempenham um papel predominante.

E lamentàvel que os trabalhadores nao possuam uma carteira de saude profissional que os sigam em sua carreira, porque estimou-se em 50% os casos de câncer cuja origem poderia estar no exercicio da profissao, em que se pudesse fazer a prova formal, devido à falta de uma vigilância médica e toxicologica durante toda sua vida ativa e, mais tarde, durante sua aposentadoria.

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O livro de Jean-Charles Hachet começa com um indice alfabético que comporta numerosas notas sobre as intoxicaçoes agudas por produtos quimicos. Esta lista,a mais exaustiva que conheço, compreende nao somente as intoxicaçoes mais espetaculares, mas também aquelas que, embora nao tenham suscitado um verdadeiro estudo, sao as mais freqüentes. Alèm desse, mérito a originalidade da apresentaçao, um novo esclarecimento da toxicologia, o aporte dos mais completos e atuais conhecimentos fazem dessa obra uma soma de referências e um instrumento de trabalho util tanto para os pesquisadores quanto para os leigos. No segundo capitulo, os desgastes causados pelo elemento toxico no organismo sao devidos, por um lado, às condiçoes de exposiçao, à concentraçao da toxina, mas principalmente à via de penetraçao que o autor hierarquiza por ordem crescente de gravidade em via cutânea, digestiva, pulmonar e parenteral, bem como devidos aos fatoresdo meio ambiente que modificam a composiçao da toxina e aumentam sua nocividade

Os sinais clinicos da intoxicaçao sao, por um lado os que podem aparecer no nivel da primeira barreira transposta pelo toxico e, por outro, os sinais gerais relacionados com o curso do toxico no organismo e seu metabolismo. Assim, primeiramente sao descritos os danos do aparelho respiratorio, os do aparelho cutaneomucoso e ocular, os sinais digestivos e, depois, os sinais gerais concernentes aos diversos aparelhos cardiovascular, digestivo, hepatico, neurologico, renal, respiratorio e sangüineo.

O tratamente de urgência das intoxicaçoes agudas é suficientemente bem explicado, a ponto de nao precisar de comentàrio. Por outro lado, a açao do médico do trabalho em caso de acidente toxico grave é um paràgrafo importante e abrange tanto os trabalhadores da empresa quanto a populaçao dos arredores. Muito frequentemente, a informaçao nao é suficiente por causa do segredo que rege a segurança industrial. Somente a médico do trabalho da empresa possui os documentos que permitem designar, rapidamente, o ou os toxicos em questao. A organizaçao das condutas està legalmente sob sua responsabilidade. Uma organizaçao desse gênero deve ter sido prevista considerando os interlocutores exteriores : centros de intoxicaçao, serviços médicos de urgência e hospitais dos subûrbios.

Concluido, destinado aos industriais e a todos os médicos, mas também obra do grande publico, este livro comporta um capitulo final fundamental. Trata do mei-ambiente,dando, pela ^primeira vez, seu lugar exato na toxicologia ambiental. Dessa otica, intra e extra-industrial, nao hà nenhuma duvida de que esse notàvel trabalho de um eminente especialista, jà ilustre ao produzir particularmente o primeiro dicionàrio das patalogias profissionais e de medicina do trabalho (Maloine, Paris, 1988), premiado pela Academia de Medecina, tornar-se-à o manual que todo agente de segurança manterà sobre sua mesa para ser mais operacional.

Jean-Pierre Fréjaville
Professor Universitàrio
Especialista dos Hospitais Franceses.
Faculdade Necker, Paris

INDICE

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Prefacio---------------------------------------------------------------------------------------------------------5


Introduçao----------------------------------------------------------------------------------------------------9

Indice-(Sob forma de tabela)----------------------------------------------------------------------------11

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Capitulo 1 Vias de entrada dos toxicos no organismo 33

Via de entrada pulmonar (33).
Via de entrada cutânea (34). Via de entrada oral (34). Via de entrada ocular (35). Tabela 1 : Vias de entrada dos toxicos no organismo (36)

Capitulo 2Fatores de toxicidade 43

Fatores relacionados com as condiçoes de exposiçao 43

Os fatores ambientais (46). A exposiçao simultânea a varios toxicos (46). A administraçao anterior da mesma substância toxica (47).

Fatores relatives ao receptor 47


Capitulo 3- Mecanismo de açao dos toxicos 49

Agressao especifica (49). Agressao nao especifica (51). Tabela 2 :
Toxicos metemoglobinizantes (50).

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Capitula 4Sinais clinicos da intoxicaçao 53

Sinais clinicos do aparelho respiratorio (54). Sinais clinicos cutaneomucosos (56). Sinais clinicos digestivos (57). Tabela 3 : Danos do aparelho respiratorio (58). Tabela 4 : Danos cutaneomucosos et oculares (77). Tabela 5 : Sinais clinicos digestivos (98). Tabela 6 : Sistemas, tecidos ou funçoes mais particularmente lesados em caso de intoxicaçao (108).

Capitulo 5Tratamento de urgência das intoxicaçoes agudas 121

Cuidados de extrema 121 urgência

Intoxicaçao por inalaçao (122). Danos cutâneos e oculares por substâncias causticas (124). Intoxicaçao por ingestao (126).

Tratamento sintomatico de urgência 126

Observaçoes preliminaries (126). Intervençao do medico (126).

Tratamento especifico de urgência 131
Eliminaçao rapida do toxico (131). Tabela 7 : Insuficiências respiratorias agudas (135). Tabela 8 : Insuficiências cardiocirculatorias agudas (138). Tabela 9 : Depressao do sistema nervoso central (140). Tabela 10 : Convulsoes (146). Tabela 11 : Condutas de urgência e eliminaçao do toxico (150). Tabela 12 : Neutralizaçao do toxico (164).

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Capitulo 6Prevençao dos acidentes agudos toxicos no ambiente de trabalho 167

Prevençao técnica 167

Prevençao coletiva (167). Prevençao individual (169)
Prevençao medica 169

Capitulo 7Papel do médico do trabalho em caso de risco toxico grave ; intervençao imediata e medidas preventivas 171

Açao do médico do trabalho quando de um acidente toxico
Importante
171

Papel do medico do trabalho ma prevençao do risco toxico
Importante
172

O recenseamento dos fatores de risco (173). A informaçao (173).

A organizaçao do Socorro (174).

Capitulo 8- Toxicologia ambiental 177

A poluiçao do ar 178

As chuvas acidas (178). Meios de luta contra as chuvas acidas (179). Formaçao do buraco de ozônio na regiao antartica (180). Efeitos patologicos da poluiçao atmosferica (181)

A poluiçao das agua 185

Os diferentes tipos de poluiçao quimica das aguas (186). Normas OMS de poluiçao permanente (186). Poluiçaos acidentais (189). Proteçao contra os detergentes (201). Proteçao contra os abubos (202). A proteçao das aguas de alimentaçao e das aguas de irrigaçao contra uma salinidade excessiva (205). Proteçao contra os fenois (206). Proteçao contra os hidrocarbonetos (207)

Bibilografia 211

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